Andre "Cuthalion"

Sugestão: Regras

Escudo de Armas do Graal RJSugerida por: Matheus Souza

Sobre os desentendimentos em temáticas e treinos, apoiado pelas ideias nos LARPS gringos, ele sugere que utilizemos apitos. Quando a discussão começar, o responsável pelo treino apita uma vez e todos os NÃO envolvidos na contenda se ajoelharão expondo assim os guerreiros que estão mais dispostos a “conversarem” e os mesmos são convidados a se retirarem da dinâmica. Assim que os “reclamões” se retirarem, o responsável apita duas vezes e a temática volta do ponto onde parou.

Sobre armadilhas, usando como exemplo o Graal MG, ele sugere que sejam feitas as armadilhas utilizando dois gravetos enterrados na areia e um barbante unido um ao outro. Uma armadilha física.

Coloquem abaixo o que acham das ideias e conforme for, no próximo treino efetuaremos alguns testes. OPINEM!

 

19 Responses

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  1. raphael "Oriu"
    raphael "Oriu" 12 de março de 2014 at 15:57 |

    otima ideia

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  2. Thaís
    Thaís 12 de março de 2014 at 16:17 |

    Latinha de nescau, aquela alta, sabe, com pedras ou bolinhas de gude, ou qualquer coisa pesada e que faça barulho dentro. Faz um furo na lata pra prender o barbante e ela pode ser armada e desarmada com facilidade.
    Da para pintar a lata de verde/ marrom/ cinza para camuflar melhor.
    Talvez de até pra usar na floresta, SE alguém montar a armadilha quando o grupo estiver chegando ou em alguma trilha ou espaço um pouco menos movimentado.

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  3. Philipe DuLac
    Philipe DuLac 12 de março de 2014 at 16:48 |

    Minha preocupação é só na parte de transeuntes desavisados “ativarem” as armadilhas.
    Se algum estiver passando, principalmente na hora do jogo, vai ser bem corta clima se o narrador tiver que avisar a eles e os jogadores acabarem ouvindo a localização.

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  4. Ronan
    Ronan 12 de março de 2014 at 18:31 |

    Acho que a ideia das faixas também são excelentes e evitaria muitos enganos por parte de todos em jogos e mini-jogos. Acredito que é válido adotarmos a ideia.

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  5. Nielsen
    Nielsen 12 de março de 2014 at 19:40 |

    Quanto as armadilhas, eu indicaria não apenas um tipo, mas vários tipos de armadilhas. Essa de Latas de nescau com um fio seria excelente para um jogo num sitio, ou em lugares que pessoas não circulassem com frequência.

    Mas para lugares em que pessoas transitem, como acontece na floresta e na quinta, sou adepto de fazer círculos no chão explicando ao narrador/arauto, como iria funcionar a armadilha. Ou então para o caso de não ser um lugar com terra, usar giz, fazendo pequenas marcações ao redor de onde a armadilha seria ativada.

    Exemplo, a pessoa faria pequenos circulos no chão

    O O
    O O

    Pronto… o espaço em branco que fica ENTRE os círculos (a armadilha não seria o círculo em si, e sim o espaço que fica entre um circulo e o outro), este seria o local onde a armadilha seria ativada. Em outras palavras, poderiam se esconder esses pequenos circulos com folhas, e seria possivel usar armadilhas em qualquer lugar, além de não atrapalhar a movimentação de pessoas que nada tem com o jogo.

    Essa forma de desenhar círculos no chão, acharia interessante tentar aplicar algumas vezes para teste nos jogos do graal em lugares de muita movimentação de pessoas… Já a latinha com fios acharia ideal em lugares como um sitio próprio, ou lugares mais afastados.

    Só pra dar opinião sobre a fita na cabeça, bom, as fitas poderia ser no pulso, se for algo chamativo como uma fita laranja ou vermelha, se estiver no pulso todos iriam ver facilmente sem grandes problemas.

    Por fim quanto ao apito, acho interessante pensar em algo assim. Eu particularmente gostei dessa ideia.

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    1. Thaís
      Thaís 13 de março de 2014 at 0:32 |

      Desenhar no chão entra no mesmo problema das pessoas passando. Apesar de não atrapalhar quem passa (o que resolve o problema do lugar público) ela também se apaga com facilidade.

      Talvez o círculo pudesse ser de papel, ou de sisal para ficar mais camuflado, sem atrapalhar, entretanto, as outras pessoas.

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  6. Ronan
    Ronan 17 de março de 2014 at 17:00 |

    Concordo com o Dulac quanto a faixas e até acho uma boa ideia já começar a usar como teste, mesmo porque, como disse uma vez, eu mesmo EM JOGO fui prejudicado por esse “metodo ” de mãos erguidas como estando em off.
    A pessoa havia passado por mim e meu grupo, dando a entender q estava fora de jogo (e por isso fizemos nada) depois retornou e revelou a localização de meu grupo. Se usasse a faixa branca amarrada na testa por exemplo, se saberia q este n estava em jogo e n haveria desculpas para uma atitude “ante-jogo” como a que aconteceu.

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  7. Ronan
    Ronan 17 de março de 2014 at 17:11 |

    Outra sugestão que foi conversada nesse ultimo treino seria a de passas a interpretar sempre e invocação de magias e não apenas “cantar” rápido o nome do ataque e atacar… fazer o gesto, interpretando o encanto e só depois o fazer.

    Outra coisa tbm é o fato de deixar ainda mais clara algumas regras falhas do manual. Ex:
    A Magia indefensável, diz que, mesmo se defender o golpe (este sendo conjurado antes de forma interpretativa) vc recebe o dano, largando assim, qualquer arma ou escudo q esteja segurando com o braço atingido, até esse ponto td bem, mas n diz se quem tiver truculência consegue resistir ao golpe ou não. Fato de vc perder a arma, mas tendo truculência, a pessoa atingida poderia gritar essa perícia e evitar de ficar sem o membro… Isso n diz no manual… até mesmo o Marcelo recomendou postar isso p ver como será feito depois, pois ele mesmo n sabia como proceder.

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  8. Flávio "Lua )"
    Flávio "Lua )" 18 de março de 2014 at 0:08 |

    Sobre as armadilhas, nós usamos latas e garrafas com pedras, por aqui, por que elas fazem barulho, o que é uma boa comunicação da ativação.

    Quanto às armadilhas, nós as utilizamos em parques também, e se elas são desativadas por transeuntes, nós geralmente consideramos que algum animal caiu nela, desarmando o mecanismo. É uma regra simples e objetiva que mantem as coisas dentro de jogo. Nunca tivemos problemas com os transeuntes aqui, também. Não sei como é o caso de vocês. Mas armadilhas em estradas geralmente não funcionam bem. São muito visíveis. Então elas acabam por ficar em regiões mais remotas, como forma de proteção de alguma coisa.

    E sobre o apito, se eu entendi direito, eu acho que se for acompanhado de uma conversa posterior com os envolvidos, é uma boa ideia. Senão, pode gerar ressentimentos dentro do grupo que não se resolvem, e isso não é saudável… Mas me lembra a nossa regra da “PAUSA!” aqui (e no resto do mundo). E a “PAUSA!” funciona. 😛

    (Consiste em: Assim que alguém grita “PAUSA!” ou um Narrador usa um apito, todos devem gritar “PAUSA!”/apitar seu apito de Narrador e ‘congelar’ a cena para procurar o problema que iniciou a “PAUSA!”. O jogo só volta quando quem iniciou a “PAUSA!” ou um Narrador gritem “3… 2… 1… JOGANDO!”. É uma regra pra momentos de emergência, geralmente. Como quando alguém se machuca, física ou emocionalmente.)

    Em relação à fita branca, nós usamos uma regra de mão levantada para soluções de problemas simples, e utilizamos também a fita. Ela é um recurso bastante comum em jogos estrangeiros (especialmente nos EUA), e nós resolvemos adaptar por aqui. Também temos outras fitas de outras cores que são usadas para outros propósitos, mas todas as cores tem um sentido geral relacionado à simbologia tradicional da cor, e isso evita que gere confusão. Pra ser franco, nunca vi a simbologia das fitas dar confusão, com exceção de pequenos momentos fora de jogo pra perguntar sobre elas. Mas as mais importantes, ninguém esquece.

    Nós costumávamos utilizar as fitas no braço (Pulso ou antebraço), exatamente por que é mais discreto. O problema é que é mais discreto. E aí ninguém vê, no final das contas. Acaba sendo tampada pelos ângulos de visão, e escondida por escudos e outros equipamentos. Isso dava sempre muita confusão. Acabava sendo como a regra de mostrar o símbolo da mão, por que tinha de ser mostrada pra garantir eficiência. E aí ninguém usava. Então nós passamos a utilizar a fita na cabeça, que é mais visível, e visível em 360º. Isso resolveu o problema completamente.

    Espero que minha contribuição ajude nas elaborações de vocês!

    Um abraço,

    Flávio “Lua )” Schmidlin
    Conselheiro Sênior do Graal MG

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