Nelson Junior

Cruza Rios – Conhecendo Vento Verde: Reinos e Histórias

Estamos iniciando um novo tipo de interação, explicando o cenário de jogo do Graal RJ de maneira mais detalhada, conhecendo um pouco das cidades e suas histórias. O cenário do jogo se passa no Mundo de Vento Verde, um mundo vasto em povos e culturas, que serve de plano de fundo para as diversas aventuras e histórias que lá ocorrem.
Começaremos conhecendo um pouco mais de um dos reinos que tem grande destaque no arco histórico atual. Conheçam Cruza Rios.


CRUZA RIOS

(Jacarezinho, Rocha, São Cristóvão)

Após a Guerra da Sucessão¹, no ano de 4460, o antigo Reino de Terez foi dividido em duas partes. Laerte, descendente de Artur, fica com a parte do reino que tem o feudo mais rico, Porto Cinzento, e cria uma nova área independente de Vento Verde: Cruza Rios.

Graças ao Tratado das Duas Famílias², Cruza Rios se vê protegido geográfica e politicamente pelo seu “reino irmão” Jardim Santo, que com o passar dos tempos muda de nome para Água Santa e se torna uma das maiores potências militares de Vento verde.

Cruza Rios funciona exatamente como um “irmão mais novo” de Água Santa, com um comportamento parasitário e exigente, que por gerações sempre testou os limites da paciência de seus regentes, mas por sorte todos sempre honraram o Tratado.

ESTILO DE VIDA:

Cruza Rios é um paraíso fiscal de Vento Verde. Esse feudo tem poucas cidades, porém muitos castelos e mansões gigantescas. Muitos nobres moram aqui, e por isso os valores de suas terras chegam a preços absurdos. No comércio daqui encontra-se apenas do bom e do melhor, e com preços nada justos!

Não há criminalidade aqui, a não ser uma pequena máfia comercial comandada pelos próprios nobres, visando manter os padrões do feudo bem altos. A milícia é muito bem treinada, formada por ex-oficiais condecorados de Água Santa, e absurdamente leal, devido em grande parte ao alto salário.

Possui em suas terras um forte da Ordem da Cruz Azul³, ordem de cavalaria que age em nome dos reinos do norte, buscando justiça e segurança para os reinos.

O POVO:

Altamente hospitaleiro, visto que recebem poucas visitas de forasteiros. Uma noite em uma taverna daqui pode ser muito desgastante para o bolso! O trabalho dos aldeões é sempre bem recompensado, mas não é qualquer um que é aceito pelos nobres para trabalhar aqui. A milícia é muito educada e solícita, mas trabalham para os nobres antes do que para a justiça.

Obviamente que os nobres locais não se misturam com o povo nem com forasteiros, principalmente se eles forem de outras raças que não a humana.

 

ALIANÇAS:

Com Água Santa, obviamente, e com todos que também tem aliança com ela. Cruza Rios usa e abusa do Tratado das Duas Famílias, sempre pedindo ajuda ao seu reino irmão mesmo que esta não seja totalmente necessária.

 

GOVERNANTE:

Simon, Visconde de Cruza Rios, governa como um bon vivant, alegre e despreocupado. Antes um bastardo do governante anterior (ou seja, não tem sangue real), galgou passo a passo os degraus para se tornar um nobre e, com um golpe político, assumir o lugar de seu pai como governante.

Provavelmente uma das pessoas mais ricas de Vento Verde, Simon explora ainda mais as brechas no Tratado para usufruir do ouro e da proteção de Água Santa visando economizar seus próprios recursos e manter um padrão em seu feudo onde poucos tem muito. Dizem que Cruza Rios já poderia ter se proclamado Reino caso Simon administrasse melhor o seu ouro, mas ao que parece por algum motivo isso não seria interessante para ele.

MOTIVOS PARA VISITAR:

Se você gosta de curtir a vida em grande estilo sem se preocupar com os gastos nem com ladrões, Cruza Rios é seu lugar. Casais em lua de mel e pessoas recém-enriquecidas escolhem passar férias aqui antes de qualquer lugar. Aventureiros não rondam por aqui, pois o custo da estadia é alto. Mas se um nobre invoca ajuda para algum serviço, dezenas aparecem vindos de vários cantos de Vento Verde. E isso acontece com frequência, pois os nobres daqui tem muitos caprichos e ouro na algibeira para gastar! Alguns grupos especializados mantém bases fixas em Emyn Meyer, Água Santa e até mesmo Portos Azuis, ficando de prontidão apenas para atender estes chamados.

Um dos eventos mais importantes para guerreiros, cavaleiros e aventureiros em geral são os torneios periódicos patrocinados pelos nobres locais. Esses torneios reúnem espadachins de toda a Vento Verde em busca de fama, ouro e glória. Nobres enviam seus campeões para testá-los em combate, cavaleiros participam para aprimorar suas habilidades e mercenários lutam visando tanto ganhar algum dos vários prêmios quanto que na esperança de algum nobre contratá-lo para sua guarda pessoal. Ninguém é impedido de participar, tanto que até meio-orcs são vistos duelando. Apesar de vários reinos com tradição em batalhas enviarem seus representantes, o homem que venceu os últimos torneios é nativo da própria Cruza Rios: o capitão da guarda da cidade de Belo Verde. A participação é gratuita, mas a cura para suas feridas póstumas é por conta própria. Os nobres lucram com o comércio especial do evento.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

¹ Guerra de Sucessão – No ano de 4460 da 2ª Era, Anacleto, Regente de Portos Cinzentos (um pequeno porém rico feudo do extinto Reino de Terez), morre sem filhos. Inicia-se a Guerra da Sucessão entre os descendentes de Arthur e Bartolomeu (Portos Azuis e Jardim Santo).

² Tratado das Duas Famílias – Um acordo de paz criado por Arthas, descendente das linhagens de ambos os reinos (de Arthur e Bartolomeu), que divide a área do extinto Reino de Terez, mantendo independente apenas as terras da Ordem de Cavaleiros. Com isso, inicia-se a política dos “Reinos Irmãos”.

³ Ordem da Cruz Azul – Clã participante do grupo Graal RJ. Mais informações acesse o site oficial: ordemdacruzazul.blogspot.com.br

2 Responses

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  1. Ciello
    Ciello 28 de dezembro de 2015 at 14:36 |

    All Hail a Ordem da Cruz!

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